segunda-feira, 27 de junho de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Vai passar..
"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo como 'estou contente outra vez'."
Eu realmente espero que passe, se possível 'dentro de uma semana'..
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
15 anos sem Caio Fernando de Abreu.
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"E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário, por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda."
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Espetáculo do Caio, em São Paulo!
Boa noite, loucos! O post de hoje não terá nenhuma citação do Caio em destaque, pois venho por ele informar aos fãs residentes de São Paulo, que estréia nessa sexta-feira (25) o espetáculo "Lixo e Purpurina" do autor no Sesc Pompéia, na capital. Segue a matéria do site Catraca Livre.
Espetáculo de Caio Fernando Abreu em cartaz no Sesc Pompeia
11/02/11
De 25 de fevereiro a 3 de abril fica em cartaz no Sesc Pompeia o espetáculo “Lixo e Purpurina” do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu. Um espetáculo sobre descobertas, solidão e dor.
Nos anos 70, Caio F. se exilou em Londres, onde se deparou com dificuldades de adaptação a um novo espaço e uma nova língua. A sensação de estrangeirismo em todos os sentidos, a precariedade, em decorrência da falta de dinheiro, além de sentimentos ambíguos e saudosos do Brasil, da família e dos amores do passado, do presente e possivelmente do futuro, pontuaram o tempo em que o escritor esteve fora do Brasil.
Foi a partir dessa necessidade de comunicação que ele escreveu um diário, mistura de ficção e realidade como afirmou o próprio autor. A problemática das relações humanas e o enfretamento da solidão são temas recorrentes em Lixo e Purpurina e em toda literatura deste grande autor, um dos principais nomes da geração de contistas brasileiros das décadas de 70 e 80.O texto base para a adaptação se passa nos anos 70, mas a encenação dialoga tanto com aquela época como com a atual. O jovem retratado na peça vive em estado de mudança constante, apresentando ao público um painel de transformação, amadurecimento e inquietações atemporais.
Informações
O Que: Lixo e Purpurina
Quando: de 25/02 a 03/04
Domingos às 19:00
Sextas e Sábados às 21:00
Quanto: R$ 12*
Onde: Sesc Pompeia http://www.sescsp.org.br
Rua Clélia, 93 – Pompéia
(11) 3871-7700
Obs: *R$ 6 (usuário matriculado no Sesc e dependentes, maiores de 60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 3 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes). Não recomendado para menores de 14 anos.
Quem quiser (e puder), vamos conferir? Fica a dica.
Beijos
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Let it be!
"Sabe, para mim a vida é um punhado de lantejoulas e purpurina que o vento sopra. Daqui a pouco tudo vai ser passado mesmo - deixa o vento soprar, let it be, fique pelo menos com o gostinho de ter brilhado um pouco... "
Para ler ouvindo: The Beatles - Let it be
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Re-amar!
"Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também.Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena.
Remar.
Re-amar.
Amar. "
De verdade, eu nem consigo descrever o quanto eu gosto desse texto. Concordo com cada palavra. Ah, Caio...
sábado, 11 de dezembro de 2010
Ria.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
"Você tem um cigarro?"
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Mais.
Preciso de pouco. Tenho muito. Quero tudo (e mais).
*Me desculpem por não postar no sábado. Pra quem não sabe, sou vestibulanda esse ano, e me perdi nesse fim de semana pra tentar entrar na USP. Torçam por mim, please! rs
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